Onde está a queda? Expectativa cruel, desabo desesperadamente pela queda, atiro-me, imobilização, por quê? Quem? Sou um crime. Atento contra a alma. Estou intacta. E não importa a força que faça pra nadar pra baixo, o corpo bóia. Não, não, alguém, me dê uma pedra. Não, por favor, não se afaste. Gire a faca, não me machuque.
Sou a única coisa que conheço e prefiro transformar. O que há de são em mim o necessita. O resto concorda, necessitando de ti.
Quem diria?